19 de abril de 2018 ás 12:04 por

Banda do Divino

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Foto: Lenice de Sousa

Zé Barros nascido em 1945 começou a desenvolver a atividade em 2004, toca caixa e zabumba, fabrica os instrumentos inclusive os pífanos, muito embora ele não os toque. Sua banda conta com a participação de amigos Luiz Valentin e Bastião nos pífanos, Alfredo seu irmão na caixa e ele no zabumba. O mestre é aposentado, mas ainda desenvolve a função de agricultor. Associa seu fazer musical à cultura e à profissão que desenvolve nas festas religiosas, “começo em maio e vou até o dia 13 de São João, aí fico aqui e acolá um biquinho, aqui acolá um biquinho, sempre não paro” (ENTREVISTA SECRETARIA DE CULTURA). A Banda do mestre toca dez dias da festa do Divino no Sitio Matas dos Limas, onde mora, nas renovações nas casas de familiares e amigos da localidade e na Festa de Santo Antônio em Barbalha, que nas palavras do mestre são “treze dias de alegria” (ENTREVISTA SECRETARIA DE CULTURA ). Seu Zé Barros evidencia em sua fala muita satisfação com a arte de tocar, assim como também ver uma forma prazerosa de aumentar a renda doméstica que conta com a agricultura e aposentadoria. Quanto ao aprendizado do instrumento ele aponta o pífano como um instrumento difícil, pois ele mesmo tentou e não conseguiu. Para o mestre ser músico “é o prazer de minha vida ter esse toque dado por Deus” (ENTREVISTA SECRETARIA DE CULTURA).